À escolha do inimigo para a mais confusa
linguagem traduzir
Ó
tempo meu maior inimigo
És
tão forte para te manipular
Mas
preciso decidir entre três escolhas
Para
um estranho símbolo* desmistificar
Quando
o verbo é “amar”
Em
qual tempo conjugar?
Se com tão vivo o “passado”, eu disser
que “amei”
A me enganar estarei
De ti tanto quero um “amará”
Do “futuro” eu posso sonhar
Mas não muito certo estou
Do meu tempo de conjugar
Talvez além do tempo, precise do verbo
Para que eu possa, os versos completar
Assim conjugo no “presente”
Digo então que te “amo”
E quando uso o “verbo” lhe afirmo
Sempre irei-te “amar”
Quero em um belo dia
Com um grande sorriso acordar
Quando enfim desse pesadelo
Eu conseguir escapar.
*Símbolo = Palavra, escrita
E para trazer vida a um velho costume, mas vou colocar uma versão que foi gravada por outra banda.
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Te Ver
Skank
Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É como mergulhar no rio
E não se molhar
É como não morrer de frio
No gelo polar
E não se molhar
É como não morrer de frio
No gelo polar
É ter o estômago vazio e não almoçar
É ver o céu se abrir no estio
E não se animar
É ver o céu se abrir no estio
E não se animar
Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É como esperar o prato
E não salivar
Sentir apertar o sapato
E não descalçar
É ver alguém feliz de fato
Sem alguém pra amar
É como procurar no mato
Estrela do mar
E não salivar
Sentir apertar o sapato
E não descalçar
É ver alguém feliz de fato
Sem alguém pra amar
É como procurar no mato
Estrela do mar
Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É como não sentir calor em Cuiabá
Ou como no Arpoador não ver o mar
É como não morrer de raiva
Com a política
Ignorar que a tarde vai vadiar e mítica
Ou como no Arpoador não ver o mar
É como não morrer de raiva
Com a política
Ignorar que a tarde vai vadiar e mítica
É como ver televisão
E não dormir
Ver um bichano pelo chão
E não sorrir
E não dormir
Ver um bichano pelo chão
E não sorrir
E como não provar o néctar
de um lindo amor
Depois que o coração detecta
A mais fina flor
de um lindo amor
Depois que o coração detecta
A mais fina flor
Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível
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